conta outra vó 10.o ladrão ladino (2)

Um dia, o nosso ladrão descobriu que o dinheiro já estava no fim. Resolveu fazer algum roubo, de modo que não passassem necessidade. Resolveu roubar o castelo do rei. Foi no castelo e disse que queria ser guarda do rei. O capitão, vendo aquele moço forte e bonito, resolveu aceitá-lo e dali a algum tempo, ele estava servindo na sala do tesouro. Ora, no lugar da porta de ferro, tinham feito uma armadilha, uma espécie de moinho com pás de metal afiado, afiado que nem faca, e quem quisesse entrar por aquela porta seria cortado em pedaços. Daí, o ladrão estudou bem aquela engrenagem e não quis mais servir no castelo.
Aí ele entrou de noite no castelo e foi até a sala do tesouro. Pegou um ferrinho e enfiou num buraco que tinha descoberto e a roda parou. Entrou na sala com muito cuidado, sem esbarrar nas pás afiadas porque ele sabia que se elas se mexessem um pouquinho, haveria de quebrar o ferrinho e ele seria cortado em pedaços. Roubou algum ouro e, depois de sair, retirou o ferrinho. As pás voltaram a rodar.
Levou o dinheiro pra casa e era tanto ouro no castelo que ninguém deu pela falta.
E assim foi, durante muito tempo. Ele ia, parava a roda, entrava e roubava e tudo ficava tal e qual, indo pra casa.
Aconteceu que certa vez o pai quis roubar com ele. Ele disse que não porque era muito perigoso. O pai tanto teimou e tanto insistiu que ele resolveu levar.
canção 24. pequena ode...
A ditadura da burrice 12: PEQUENA ODE AOS DONOS DO PODER
Nota: Com estes versinhos, termino a categoria Canções do Protesto Inútil, letras de canções feitas entre 1973 e 1983. Descartei algumas, por excesso de pieguice. Um dois três vermes gatos burros gorilas raposas lombrigas jararacas percevejos pernilongos rinocerontes jaguatiricas suçuaranas marimbondos gafanhotos dinossauros morcegos serpentes hienas tigres lobos porcos três dois um. (que me perdoem os bichinhos!) Curitiba, outubro.1978 Atualizado em ( 07 - 06 - 2010 21:31 ) gil vicente 19.auto da indiaFARSA CHAMADA AUTO DA ÍNDIA (1519) GV042. Lemos Atualizado em ( 08 - 07 - 2010 09:11 ) canção 23.coro das criancinhas...
Canções Diversas 07: CORO DAS CRIANCINHAS DO GUIA (*).
(Ele) Um pouco reumático, Às vezes, asmático, Com problema hepático, Mas sempre simpático. Ando fatigado, Não tenho audição. Mas a minha alma se agita. Bem descompassado O meu coração. Mas ele ainda palpita. (Ela) Me chamam lunática, Sou só sistemática. Meio sorumbática, Mas sempre simpática. Com o corpo cansado, Já me treme a mão. Mas a minha alma se agita. Vai debilitado O meu coração. Mas ele ainda palpita. (Um outro) Vigor problemático, Às vezes apático. Um tanto homeopático. Mas sempre simpático. Todo enferrujado, Com pouca visão. Mas a minha alma se agita. Tenho safenado O meu coração. Mas ele ainda palpita. (Uma outra) Sou melodramática E nada pragmática. Talvez problemática, Mas sempre simpática. Sempre com cuidado Com a alta pressão. Mas a minha alma se agita. Quase aposentado O meu coração. Mas ele ainda palpita. (Todos) Bem policromáticos, E muito aromáticos, Nunca dogmáticos, Nós somos simpáticos. Nosso requebrado Tem muita emoção, Pois nossa alma se agita. Gritamos num brado: Viva o coração! Pois ele ainda palpita. * GUIA: Grupo União de Irbiários Aposentados: Associação dos, como eu, aposentados do IRB-Brasil Re. A canção foi feita para uma peça infantil, em 1985. Fiz atualizações. Atualizado em ( 07 - 06 - 2010 21:30 ) Dante Alighieri - Vita Nova 01. A ciascun'alma...Dante Alighieri - Vita Nova 01. (canta Kowalski) Atualizado em ( 26 - 05 - 2010 01:02 ) |
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